É um prazer tê-lo aqui. Fique à vontade! Não saia sem comentar. Este espaço é dedicado a todo que se dispõe a ensinar ao pequenino o caminho que leva à vida eterna.

SEJA UM (A) SEGUIDOR (A) DO MEU BLOG. PARA SEGUIR CLIQUE ABAIXO:

*

“Daqui a cem anos, não importará o tipo de carro que dirigi, o tipo de casa em que morei, quanto tinha depositado no banco, nem que roupas vesti. Mas o mundo pode ser um pouco melhor porque eu fui importante na vida de uma criança.” Anônimo

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

ANO NOVO


Enfim, chegou o Ano Novo.
O tão esperado Ano Novo!
 E com ele todos os sonhos se renovam.
Será um ano de paz, desejamos
Um ano de muitos ganhos, sonhamos
Um ano cheio de esperança, bondade, grandiosas realizações, queremos.
Mas se não arredarmos os pês do lugar e não corrermos em busca desses sonhos, dessas realizações.
Nascerão anos e anos e  anos, terminarão anos  a fio
E nada acontecerá.
Não basta desejar tem que buscar a realização de tudo que se deseja.
Nada por si só se realiza.
Acordemos e vamos correndo, lutando e vencendo e fazendo na vida grandes realizações.

Feliz ano novo!

Feliz 2015


Deus te abençoe!! Volte Sempre. Dinny

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

TIPOS DE SERMÕES QUE ATRAPALHAM O CULTO



Apenas para ilustrar, vamos fazer uma rápida classificação dos sermões que mais atrapalham o culto. Se você freqüenta igreja há vários anos, é provável que já se tenha encontrado com alguns desses sermões mais de uma vez. A seguir, descrevem-se os tipos de sermão que atrapalham o culto.

1)     O SERMÃO SEDATIVO – É aquele que parece anestesia geral. Mal o pregador começou a falar e a congregação já está quase roncando. Caracteriza-se pelo tom de voz monótono, arrastado, e pelo linguajar pesado, típico do começo do século, com expressões arcaicas e carregadas de chavões deste tipo: “Prezados irmãos, estamos chegando aos derradeiros meandros desta senda”, Porque não dizer: “Irmãos, estamos chegando às últimas curvas do caminho”? Seria tão mais fácil de entender. Ficar acordado num sermão desse tipo é quase uma prova de resistência física. Como dizia Spurgeon: “Há colegas de ministério que pregam de modo intolerável: ou nos provocam raiva ou nos dão sono. Nenhum anestésico pode igualar-se a alguns discursos nas propriedades soníferas. Nenhum ser humano que não seja dotado de infinita paciência poderia suportar ouvi-los, e bem faz a natureza em libertá-lo por meio do sono”.[1]

2)     O SERMÃO INSÍPIDO – Esse sermão pode até ter uma linguagem mais moderna e um tom de voz melhor, mas não tem gosto e é duro de engolir. As idéias são pálidas, sem nenhum brilho que as torne interessantes. Muitas vezes é um sermão sobre temas profundos, porém sem o sabor de uma aplicação contemporânea, ou sem o bom gosto de uma ilustração. É como se fosse comida sem sal. É como pregar sobre as profecias de Apocalipse, por exemplo, sem mostrar a importância disso para a vida prática. O pregador não tem o direito de apresentar uma mensagem insípida, porque a Bíblia não é insípida. O pregador tem o dever de explorar as belezas da Bíblia, selecioná-las, pois são tantas, e esbanjá-las perante a congregação.

3)     O SERMÃO ÓBVIO – É aquele sermão que diz apenas o que todo mundo já sabe e está cansado de ouvir. O ouvinte é quase capaz de “adivinhar” o final de cada frase de tanto que já ouviu. É como ficar dizendo que roubar é pecado ou que quem se perder não vai se salvar (é óbvio). Isso é uma verdade, mas tudo o que se fala no púlpito é verdade. Com raras exceções, ninguém diz inverdades no púlpito. O que falta é apenas revestir essa verdade de um interesse presente e imediato.

4)     O SERMÃO INDISCRETO – É aquele que fala de coisas apropriadas para qualquer ambiente menos para uma igreja, onde as pessoas estão famintas do pão da vida. Às vezes, o assunto é impróprio até para outros ambientes. Certa ocasião ouvi um pregador descrever o pecado de Davi com Bate-Seba com tantos detalhes que quase criou um clima erótico na congregação. Noutra ocasião, uma senhora que costumava visitar a igreja confessou-me que perdeu o interesse porque ouviu um sermão em que noventa por cento do assunto girava em torno dos casos de prostituição da Bíblia, descritos com detalhes. E acrescentou: “Achei repugnante. Se eu quiser ouvir sobre prostituição, ligo a TV”. De outra vez, um amigo me contou de um sermão que o fez sair traumatizado da igreja, pois o pregador gastou metade do tempo relatando as cenas horrorosas de um caso de estupro. Por favor, pregadores: o púlpito não é para isso. Para esse tipo de matéria existem os noticiários policiais.

5)     O SERMÃO REPORTAGEM – É aquele que fala de tudo, menos da Bíblia. Inspira-se nas notícias de jornais, manchetes de revistas e reportagens da televisão. Parece uma compilação das notícias de maior impacto da semana. É um sermão totalmente desprovido do poder do Espírito Santo e da beleza de Jesus Cristo. É uma tentativa de aproveitar o interesse despertado pela mídia para substituir a falta de estudo da Palavra de Deus. Notícias podem ser usadas esporadicamente para rápidas ilustrações, nunca como base de um sermão.

6)     O SERMÃO DE MARKETING – É aquele usado para promover e divulgar os projetos da igreja ou as atividades dos diversos departamentos. Usar o púlpito, por exemplo, para promover congressos, divulgar literatura, prestar relatórios financeiros ou estatísticos, ou fazer campanhas para angariar fundos, seja qual for a finalidade, destrói o verdadeiro espírito da adoração e, portanto, atrapalha o culto. A Igreja precisa de marketing, e deve haver um espaço para isso, mas nunca no púlpito. Isso deve ser feito preferivelmente em reuniões administrativas.

7)     O SERMÃO METRALHADORA – É usado para disparar, machucar e ferir. Às vezes a crítica é contra um grupo com idéias opostas, contra administradores da igreja, contra uma pessoa pecadora ou rival ou mesmo contra toda a congregação. Seja qual for o destino, o púlpito não é uma arma para disparar contra ninguém. Às vezes o pregador não tem a coragem cristã de ir pessoalmente falar com um membro faltoso e se protege atrás de um microfone, onde ninguém vai refutá-lo, e dispara contra uma única pessoa, sob o pretexto de “chamar o pecado pelo nome”. Resultado: a pessoa fica ferida, todas as outras, famintas, e o sermão não ajuda em nada.
Às vezes o disparo é contra um grupo de adultos ou de jovens supostamente em pecado. Não é essa a maneira de ajudá-los. Convém ressaltar que chamar o pecado pelo nome não é chamar o pecador pelo nome. Chamar o pecado pelo nome significa orar com o pecador e se preciso chorar com ele na luta pela vitória. A congregação passa a semana machucando-se nas batalhas de um mundo pecaminoso e de uma vida difícil e chega ao culto precisando de remédio para as feridas espirituais, não de condenação por estar ferida. Em vez de chumbá-la com uma lista de reprovações e obrigações, o pregador tem o dever santo de oferecer o bálsamo de Gileade, o perdão de Cristo como esperança de restauração. As obrigações, todo mundo conhece. Nenhum cristão desconhece os deveres do evangelho. Em vez de apenas dizer que o cristão tem de ser honesto, por exemplo, mostre-lhe como ser honesto pelo poder de Cristo. Isso é pregação com poder.

Todos esses sermões mencionados acima atrapalham o culto mais do que ajudam. Prejudicam o adorador, prejudicam a adoração. São vazios de poder. Se você quer ser um pregador de poder, busque a Deus, gaste dezenas de horas no estudo da Bíblia antes de pregá-la, experimente o perdão de Cristo e estude os recursos da comunicação que ajudam a chegar ao coração das pessoas.
(extraído)



Deus te abençoe!! Volte Sempre. Dinny

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

TODAS AS CHAVES


Era um momento crucial de transição, uma mulher cristã clamou ao Senhor,
desesperada pela aridez de sua vida e pela falta de força espiritual.
De repente, ela sentiu que Jesus estava a seu lado, perguntando:
- Você poderia dar-me as chaves de sua vida?
   A experiência foi tão real que a mulher enfiou a mão no bolso e retirou um
   molho de chaves.
- Todas as chaves estão aqui? - perguntou o Senhor.
-  Sim, exceto a chave de um pequeno cômodo de minha vida.
-  Se você não me confiar as chaves de todos os cômodos de sua vida, não
    poderei aceitar nenhuma.
A mulher sentiu-se tão subjugada ao pensar que o Senhor estava promovendo uma mudança em sua vida inteira, que gritou:
-  Senhor, aqui estão as chaves de todos os cômodos de minha vida!
Quase todos nós temos cômodos que esperamos não sejam vistos por
ninguém. Temos a intenção de limpá-los algum dia, mas "esse" dia nunca
chega. Quando convidamos Jesus a entrar nesses cômodos, Ele nos ajuda
a limpá-los. Com Ele, conseguimos coragem para jogar fora todo o "lixo" e
encher os cômodos com paz, alegria e Seu amor.
 
            "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato
              de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores".
              Romanos 5:8
 
JESUS É UM AMIGO QUE CONHECE TODOS
OS SEUS DESACERTOS. E AINDA ASSIM AMA
VOCÊ.
 
(Extraído do livro Devocional de Deus para Mulheres de Maria Emília de Oliveira)


Deus te abençoe!! Volte Sempre. Dinny

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

SER FELIZ É



Acordar e saber que está atrasado...... Mas ter certeza de que tem um emprego!
Ver a caixa do correio cheia de contas...... Mas receber uma carta do amigo!
Ter um monte de recados na secretária...... Mas no meio deles, um que diz:"Me liga, tô com saudades!"
Ver que no almoço a mãe fez salada de beterraba...... Mas o prato está apetitoso e é o seu preferido!
Estar num engarrafamento...... Mas ligar o rádio e ouvir a sua música predileta tocando!
Brigar com o cachorro porque ele comeu seu sapato...... Mas ser recebido por ele quando você chega em casa como uma
festança todos os dias!
Ser feliz é chegar em casa exausto...... Mas ainda assim ser arrastado pra balada por uma porção de amigos!
Enfim, ser feliz é ter um monte de problemas, mas ser capaz
de sorrir com as pequenas coisas do dia-a-dia!!!
"Trabalhe como se você não precisasse do dinheiro,
ame como se você nunca tivesse sido magoado,
e dance como se ninguém estivesse te observando".
"O maior risco da vida é não fazer NADA"

 


Deus te abençoe!! Volte Sempre. Dinny

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

TARTARUGA GIGANTE - JOGO COOPERATIVO




Adaptado do jogo descrito por Terry Orlick no livro "The Cooperative Sports & Games Book – challenge without competition" (1978, Ed. Pantheon).
Crianças pequenas, até 7 anos, também têm vez nos Jogos Cooperativos. Este é um jogo simples, mas que as ajuda no exercício da cooperação.
Objetivo do Jogo:
Mover a tartaruga gigante em uma direção.
Propósito:
Brincar cooperativamente, compartilhando os valores da alegria pela brincadeira, da simplicidade, da parceria e da união para caminhar juntos.
Recursos:
Um tapete grande ou algo como uma folha de papelão, um colchão, um cobertor ou outro material apropriado.
Número de participantes:
Mínimo de 3, máximo de 8 por tapete.
Duração:
Crianças nessa faixa etária adoram repetir e repetir o jogo. Quando elas não quiserem mais continuar o jogo acabará por si só.
Descrição:
O grupo de crianças engatinham sob a "casca da tartaruga" e tentam fazer a tartaruga se mover em uma direção.
Dicas:
No começo as crianças podem se mover para diferentes direções e pode demandar algum tempo até que elas perceberem que têm que trabalhar juntas para a tartaruga se mover. Mas não desista. Repita outras vezes, em outros dias e, se necessário, faça um "ensaio" com elas sem estarem carregando a casca.
Um desafio maior pode ser ultrapassar "montanhas" (um banco) ou percorrer um caminho com obstáculos sem perder a casca.

Fonte: Apostila PPD de Jogos Cooperativos 2004 - www.projetospedagogicosdinamicos.kit.net

Deus te abençoe!! Volte Sempre. Dinny

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

PORQUE A GRACA É MELHOR QUE A VIDA


  
A Lei exclui. A graça inclui.
Lei é Caim. Graça é Abel.
Lei é o Dilúvio. Graça é Arca.
Lei é Simeão. Graça é José.
Lei é Faraó. Graça é Moisés.
Lei é Ló. Graça é Abraão.
Lei é a turma de 10 espiões. Graça é a Dupla Calebe Josué.
Lei é Elias na caverna. Graça é a brisa que devolve vida.
Lei é Jonas sendo tragado pelo peixe. Graça é Jonas sendo vomitado napraia.
Lei é Jó sendo massacrado pelos amigos. Graça é Jó intercedendo pela vida dos amigos. .
Lei é a mão de um adultero se levantando contra uma adúltera para apedrejar. Graça é a voz pedindo mulher para parar de pecar.
Lei é Judas que se enforca. Graça é Pedro que se arrepende.
Lei é Pedro querendo limitar a salvação a alguns. Graça é Paulo levando evangelho todos.
Lei é amar quem nos ama. Graça é amar quem nos odeia.
Lei é beco. Graça é avenida.
Lei é certeza. Graça é pergunta.
Lei é chumbo. Graça é algodão.
Lei é cópia. Graça é modelo
Lei é derrota. Graça é vit6ria.
Lei é dever. Graça é prazer.
Lei é doença. Graça é saúde.
Lei é falta de perspectiva. Graça é horizonte.
Lei é fardo. Graça é alívio.
Lei é fim. Graça é começo
Lei é força. Graça é confiança.
Lei é forma. Graça é variedade de formas.
Lei é grade. Graça é liberdade.
Lei é gramática. Graça é poesia e ficção.
Lei é grito. Graça é sussurro.
Lei é imposição. Graça é convite.
Lei é lamento. Graça é cântico.
Lei é mau humor. Graça é bom humor.
Lei é medo. Graça é esperança.
Lei é o filho que parte. Graça é o Pai; que recebe.
Lei é o que dinheiro compra. Graça é o que gratidão recolhe.
Lei é opulência. Graça é simplicidade.
Lei é passado. Graça é futuro.
Lei é pedido. Graça é gratidão.
Lei é perdoar quem nos pede perdão. Graça é perdoar quem nos ignora.
Lei é pesadelo. Graça é sonho.
Lei é “quero”. Graça é “toma”.
Lei é reter. Graça é devolver.
Lei é sacrifício. Graça é misericórdia
Lei é sol causticante. Graça é sombra refrescante.
Lei é solidão. Graça é amizade.
Lei é tristeza. Graça é sorriso.
Lei é vingança. Graça é esquecimento.
Lei é morte. Graça é ressurreição.
Lei é o inferno. Graça é o céu.
  
(Extraído da Revista Enfoque, coluna do Pro Dr. Israel Belo de Azevedo - Reitor do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil)


Deus te abençoe!! Volte Sempre. Dinny

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Aulas dinâmicas melhoram a aprendizagem



 

"A dupla giz e quadro negro está cada vez mais ultrapassada. É o que garante um estudo realizado pelo NTL Institute for applied Behavioral Science, organização americana especializada em estudos sobre o comportamento humano.
Segundo o trabalho, a retenção das informações pelos alunos varia conforme o método utilizado pelo educador: aulas meramente expositivas são menos eficazes do que as enriquecidas com exemplos práticos, atividades lúdicas e discussões em grupo. 
'Aprendemos mais quando somos levados a refletir e a estabelecer relações' explica o professor Sérgio Leite do Departamento de Psicologia Educacional da Universidade Estadual de Campinas. Veja abaixo os números levantados pelo instituto americano:
Palestra  5%    / Leitura  10%    / Audiovisual  20%    / Demonstrações  30%   
Grupos de discussão  50%    / Exercícios práticos  75%   
Ensinar aos outros e uso imediato  80%   

Sugestões e exemplos de atividades dinâmicas coletadas do Manual para o Culto Infantil 2000 - Ed. Sinodal.
- colocar a criança na situação de um dos personagens.
Antes de contar a história de Zaqueu propor que uma suba na mesa e observe as demais no chão e deixar que comentem suas reações; ou na história de um cego, antes de começar a história, proponha que fechem os olhos e tentem caminhar até o outro lado da sala ou abrir um pacote, e ouvir as descobertas e sentimentos. Na história da dracma perdida, esconder moedas na sala, para que as crianças procurem (pode ser moedas de chocolate também).
- explorar o conhecimento prévio das crianças.
Na mesma história de Zaqueu, ao invés de experimentar subir na mesa, perguntar e ouvir os relatos das crianças sobre quando já subiram em árvores e qual a sensação que tiveram. Se a história fala de um mendigo, perguntar sobre os mendigos que vêem na rua, como será que eles se sentem, etc...
- permitir que participem durante a história.
1. combinar no início da aula, cada vez que aparecer o cachorro na história vocês devem dar dois latidos e cada vez que alguém bater à porta, vocês batem 3 vezes na mesa. (especificar bem a quantidade para evitar bagunça e dispersão).
2. distribua as figuras de personagens da história antes de começar e peça a cada criança que coloque o seu personagem na hora em que ele aparecer na história. (Ex. na história da ovelha perdida, prepare as ovelhas antes da aula com as crianças e peça que as segurem; quando você falar que o pastor tinha muitas ovelhas, peça às crianças que as coloquem na mesa; quando uma fugir, você mesmo a tira e continua a história.
- Dramatização (cena muda / mímica / fantoches)
1. Para fixação da história, divida a turma em grupos e peça que cada grupo encene, sem palavras ou com bonecos que eles mesmos façam usando sucata, uma parte da história e deixe os outros adivinharem que parte é (você pode distribuir papéis com as cenas ou deixar que eles escolham as partes que mais gostaram).
2. Formar duplas, e cada dupla tem que inventar uma cena ou mímica, para que os outros adivinhem, sobre como usará o que aprendeu na história no seu dia a dia.
- Painel (em grupo)
1. Colagem - com recortes de revistas e papel colorido, sobre uma folha de papel bem grande, criar a cena mais interessante da história.
2. Colagem de palavras - depois de contar a história, pedir que digam palavras, sentimentos, expressões que reflitam o que pensam sobre a história e fazer uma colagem usando todas as palavras recortadas de revistas, ou escritas em pedaços de papel colorido.
- Fazer um objeto ou produto que seja importante para a história
Na parábola do fermento, preparar uma massa de pão no início da aula, no final observar quanto cresceu, e levar para casa para assar. Usar argila ou papier-machê para fazer objetos: cesta de papier-machê - inflar um balão, e alternar cola branca e tiras de jornal; na última camada usar papel colorido (revistas); deixar secar um pouco e estourar o balão. Cortar a borda superior e fazer as alças de tubos de papel de revista trançados.
- Envolver a comunidade 
1. Trazer uma pessoa para ser entrevistada ou contar seus relatos na aula (ex. Batismo, trazer um pai com fotos do batismo de seus filhos; uma pessoa que esteve doente e sentiu Deus agir na sua cura, etc..)
2. Preparar cartões sobre a mensagem da história aprendida para serem distribuídos aos adultos após o culto. No domingo de Ramos, levar as crianças a enfeitar o pórtico da igreja, durante o culto, para surpreender a comunidade na saída. Preparar lembrancinhas para serem levadas a amigos na escola, ou a vizinhos; ou a pessoas doentes num hospital.

 
Deus te abençoe!! Volte Sempre. Dinny